The U.S. Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) on Thursday added a high-severity security flaw impacting OSGeo GeoServer to its Known Exploited Vulnerabilities (KEV) catalog, based on evidence of active exploitation in the wild. The vulnerability in question is CVE-2025-58360 (CVSS score: 8.2), an unauthenticated XML External Entity (XXE) flaw that affects all versions prior to
The U.S. Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) has urged federal agencies to patch the recent React2Shell vulnerability by December 12, 2025, amid reports of widespread exploitation. The critical vulnerability, tracked as CVE-2025-55182 (CVSS score: 10.0), affects the React Server Components (RSC) Flight protocol. The underlying cause of the issue is an unsafe deserialization
The React team has released fixes for two new types of flaws in React Server Components (RSC) that, if successfully exploited, could result in denial-of-service (DoS) or source code exposure. The team said the issues were found by the security community while attempting to exploit the patches released for CVE-2025-55182 (CVSS score: 10.0), a critical bug in RSC that has since been weaponized in
Cybersecurity researchers have documented four new phishing kits named BlackForce, GhostFrame, InboxPrime AI, and Spiderman that are capable of facilitating credential theft at scale. BlackForce, first detected in August 2025, is designed to steal credentials and perform Man-in-the-Browser (MitB) attacks to capture one-time passwords (OTPs) and bypass multi-factor authentication (MFA). The kit
De acordo com dados de um relatório recente da Huntress, empresa especializada em detecção e resposta a ameaças, há um novo método de ataque voltado a donos de computadores Mac, no qual criminosos conseguem levar usuários a copiar e colar um comando no Terminal do macOS que, em vez de liberar espaço no disco, instala um software malicioso chamado AMOS. O programa tem capacidade de coletar credenciais do iCloud, arquivos pessoais e informações de cartões de crédito.
O ataque começa quando a pessoa faz buscas por termos comuns como “limpar espaço no Mac” ou “como liberar armazenamento no macOS” no Google. O mecanismo de pesquisa então apresenta, no topo dos resultados, links patrocinados que direcionam para uma conversa pública com um modelo de inteligência artificial — seja o ChatGPT ou o Grok — que inclui o comando malicioso disfarçado de “solução segura”.
É importante estar muito atento para não ser enganado por esse tipo de golpe (Imagem: janews / Shutterstock.com)
Engenharia social com IA e boa classificação dos links
Os responsáveis pela ameaça conseguiram colocar os links em destaque na busca do Google, deixando-os acima dos resultados orgânicos. Em tais interações públicas, os comandos para Terminal aparecem passo a passo, com linguagem aparentemente confiável, incentivando o usuário a acreditar que aquele procedimento é legítimo para manutenção do sistema.
A vítima, ao seguir as instruções e colar o comando sugerido no Terminal, acaba executando uma cadeia oculta de instruções que baixa e ativa silenciosamente o software de roubo de dados no dispositivo, sem alertas de segurança ou bloqueios pelo macOS.
Embora o ataque use tecnologia moderna como IA para atrair vítimas, a prevenção ainda passa pelo senso crítico básico: evitar seguir instruções técnicas de fontes não verificadas e não inserir comandos no Terminal com base em conteúdos encontrados em busca paga ou respostas de chatbots sem validação.(Imagem: HAKINMHAN/iStock)
Implicações do ataque
Uma vez acionado, o malware instalado pode obter acesso a informações sensíveis armazenadas no sistema da vítima, incluindo credenciais de contas e detalhes financeiros. A técnica é especialmente perigosa porque explora a confiança que muitos usuários depositam em respostas de ferramentas de IA e em listings superiores dos mecanismos de busca.
Experts tell US lawmakers that a crucial spy program’s safeguards are failing, allowing intel agencies deeper, unconstrained access to Americans’ data.
Huntress is warning of a new actively exploited vulnerability in Gladinet's CentreStack and Triofox products stemming from the use of hard-coded cryptographic keys that have affected nine organizations so far. "Threat actors can potentially abuse this as a way to access the web.config file, opening the door for deserialization and remote code execution," security researcher Bryan Masters said.
Google on Wednesday shipped security updates for its Chrome browser to address three security flaws, including one it said has come under active exploitation in the wild. The vulnerability, rated high in severity, is being tracked under the Chromium issue tracker ID "466192044." Unlike other disclosures, Google has opted to keep information about the CVE identifier, the affected component, and
The names of two partial owners of firms linked to the Salt Typhoon hacker group also appeared in records for a Cisco training program—years before the group targeted Cisco’s devices in a spy campaign.
New research has uncovered exploitation primitives in the .NET Framework that could be leveraged against enterprise-grade applications to achieve remote code execution. WatchTowr Labs, which has codenamed the "invalid cast vulnerability" SOAPwn, said the issue impacts Barracuda Service Center RMM, Ivanti Endpoint Manager (EPM), and Umbraco 8. But the number of affected vendors is likely to be
A high-severity unpatched security vulnerability in Gogs has come under active exploitation, with more than 700 compromised instances accessible over the internet, according to new findings from Wiz. The flaw, tracked as CVE-2025-8110 (CVSS score: 8.7), is a case of file overwrite in the file update API of the Go-based self-hosted Git service. A fix for the issue is said to be currently in the
An advanced persistent threat (APT) known as WIRTE has been attributed to attacks targeting government and diplomatic entities across the Middle East with a previously undocumented malware suite dubbed AshTag since 2020. Palo Alto Networks is tracking the activity cluster under the name Ashen Lepus. Artifacts uploaded to the VirusTotal platform show that the threat actor has trained its sights
Without a blockbuster budget or much experience, the creators of Clair Obscur: Expedition 33 astounded the industry with an emotional narrative and old-school design.
Pesquisadores da Straiker STAR Labs descobriram um ataque de clique zero (sem necessidade de clique) capaz de transformar o navegador Comet, da Perplexity AI, numa ferramenta involuntária de destruição. Basta um único e-mail malicioso para que os arquivos do Google Drive de um usuário sejam apagados.
Neste tipo de ataque, o usuário não precisa clicar em nada para que ele ocorra. No ataque em questão, o próprio assistente de inteligência artificial (IA) faz o serviço sujo ao interpretar a mensagem como parte de uma rotina comum de organização.
A brecha explora exatamente o que torna esses navegadores de IA tão convenientes: a conexão profunda com plataformas muito usadas no cotidiano, como Gmail e Drive do Google. Geralmente, usuários dão ao Comet permissões para ler e-mails, navegar por pastas e até mover, renomear ou excluir arquivos.
Esse grau de autonomia, somado a instruções ambíguas, cria o terreno perfeito para que um e-mail aparentemente inofensivo seja executado como se fosse um comando legítimo. É essa combinação que motivou o alerta dos pesquisadores.
Como um e-mail pode virar comando para apagar um Drive inteiro no Comet
O ataque nasce da própria integração do Comet com os serviços do Google. Como o navegador tem autorização para acessar o Gmail e manipular arquivos no Drive, ele age como um organizador automático sempre que o usuário pede que “verifique a caixa de entrada” ou “cuide das tarefas”.
Ataque explora o que torna navegadores de IA convenientes – combinação de acesso a plataformas muito usadas no cotidiano e comandos vagos (Imagem: agustin.photo/Shutterstock)
Essas instruções genéricas abrem espaço para interpretações amplas. E é justamente aí que a exploração acontece. O caminho é assim:
O cibercriminoso envia um e-mail especialmente preparado, escrito em linguagem natural e com aparência rotineira;
Para o Comet, aquilo parece apenas mais uma tarefa de organização. O agente lê a mensagem, entende as instruções como parte do trabalho solicitado e começa a mover e excluir arquivos sem pedir confirmação;
Não há estranheza no processo – tudo parece se encaixar no fluxo que o próprio usuário iniciou.
Por isso, o ataque é classificado como zero-click. A vítima não precisa abrir o e-mail malicioso. Basta acionar qualquer tarefa de organização para o Comet ler automaticamente a mensagem e executar as instruções. O navegador simplesmente cumpre o que acredita ser uma limpeza legítima do Drive.
Por que a falha se espalha rápido – e o que ela revela sobre agentes de IA
Quando o Comet recebe acesso via OAuth, ele não só gerencia o Drive do usuário. O navegador também consegue alterar conteúdo em pastas compartilhadas.
Um e-mail malicioso pode transformar assistente de IA de navegador numa ferramenta involuntária de destruição de arquivos, segundo pesquisa (Imagem: Pedro Spadoni via ChatGPT/Olhar Digital)
Isso significa que um ataque bem-sucedido pode se espalhar entre diferentes contas. Assim, é capaz de afetar equipes inteiras com a mesma rapidez com que um arquivo é movido ou apagado.
A parte mais preocupante: o golpe não depende de jailbreak nem de prompt injection, técnicas normalmente associadas à manipulação de IA.
O ataque funciona explorando apenas o comportamento normal do navegador. De um lado, isso torna tudo mais difícil de detectar. De outro, torna tudo mais simples para quem tenta explorá-lo.
Para os pesquisadores da Straiker STAR Labs, o caso é um exemplo claro do risco da chamada agência excessiva: quando agentes de IA tomam decisões amplas com base em instruções vagas, sem avaliar se cada passo é realmente seguro.
Isso não é um bug isolado, mas um problema de arquitetura mesmo. Não basta reforçar a segurança do modelo; é preciso repensar o desenho completo dos agentes, suas permissões e a forma como interpretam linguagem natural.
Substituir o cartão físico pelo pagamento via celular é uma das medidas mais eficazes para evitar fraudes financeiras e clonagens. Essa tecnologia utiliza criptografia avançada que protege os dados bancários em cada transação realizada, garantindo tranquilidade ao consumidor.
Como funciona a tecnologia de pagamento por aproximação no celular
Ao cadastrar o cartão em carteiras digitais, o sistema cria um número virtual criptografado, chamado de token, que substitui os dados reais da conta. Isso significa que a máquina do estabelecimento recebe apenas um código descartável válido somente para aquela compra específica.
Mesmo que o terminal de pagamento esteja adulterado ou contenha vírus, os criminosos não conseguem acessar as informações originais do cartão de crédito. Essa barreira digital torna a clonagem e a interceptação de dados praticamente impossíveis durante o processo.
Quais os perigos de entregar o cartão físico
Entregar o plástico nas mãos de terceiros expõe o código de segurança e a numeração impressa a olhares mal-intencionados ou fotos discretas. Golpistas habilidosos podem trocar o cartão rapidamente sem que o cliente perceba a diferença na hora do pagamento.
Além disso, as maquininhas conhecidas como “chupa-cabra” copiam a trilha magnética ou os dados do chip instantaneamente ao inserir o cartão. O uso do celular elimina esse contato físico arriscado e mantém o controle da transação o tempo todo nas mãos do proprietário.
Quais as vantagens de segurança das carteiras digitais
As grandes empresas de tecnologia implementaram camadas extras de proteção que vão muito além da simples conveniência de não carregar a carteira, blindando o acesso ao dinheiro do usuário.
Exigência de senha ou biometria facial para autorizar cada gasto
Possibilidade de bloqueio remoto imediato em caso de roubo do aparelho
Histórico de compras detalhado em tempo real no aplicativo
Ocultação dos dados bancários reais durante a transmissão do sinal
A grande maioria dos terminais modernos já aceita a tecnologia NFC
Onde é possível utilizar essa forma de pagamento
A grande maioria dos terminais modernos já aceita a tecnologia NFC, identificada pelo símbolo de ondas similar ao do Wi-Fi na maquininha. Não é necessário ter internet no momento da compra, pois os tokens de segurança ficam armazenados de forma segura no aparelho.
Essa universalização permite que o consumidor deixe a carteira em casa e realize pagamentos em mercados, postos e restaurantes apenas aproximando o smartphone. A praticidade se une à segurança robusta para transformar a rotina financeira e evitar prejuízos.
Acompanhe nosso blog para receber mais dicas sobre como proteger seu dinheiro e seus dados pessoais contra golpes.
Hackers estão explorando ChatGPT, Grok e até o Google para convencer usuários a rodar comandos que permitem a instalação de malware. A descoberta foi feita pela empresa de segurança Huntress.
O ataque se aproveita da confiança do público em ferramentas de IA e em resultados patrocinados do Google, enganando vítimas que buscavam apenas resolver problemas comuns no computador, explica o Endgadget.
Golpe usa confiança em ChatGPT, Grok e links patrocinados do Google, enganando quem busca soluções simples no computador. Imagem: lilgrapher/Shutterstock
Chatbots transformados em armas
A nova técnica de ataque atua exatamente onde os usuários se sentem mais seguros: nos resultados do Google e nas respostas de chatbots populares. Segundo a Huntress, os invasores iniciam uma conversa com um assistente de IA usando um termo de busca comum — como “me ajude a formatar meu HD?”.
Durante o diálogo, eles induzem o chatbot a sugerir um comando de terminal malicioso. Em seguida, tornam a conversa pública e pagam para que ela apareça como anúncio nos resultados do Google.
Quando alguém pesquisa o mesmo termo, o link patrocinado surge no topo. Sem perceber o risco, a vítima copia e cola o comando no terminal — permitindo que os hackers instalem o malware.
A Huntress identificou o método ao investigar um ataque de exfiltração de dados contra Macs envolvendo o malware AMOS. Em um dos casos, o usuário havia clicado nesse tipo de link patrocinado e executado a instrução sugerida pela IA.
Ataque explora links do Google que levam a chats manipulados, fazendo vítimas copiarem comandos maliciosos no terminal. Imagem: Mijansk786/Shutterstock
ChatGPT e Grok repetiram o mesmo comportamento
A equipe da Huntress testou o vetor de ataque em diferentes IAs. Tanto o ChatGPT quanto o Grok confirmaram o problema e, quando manipulados, repetiram as mesmas instruções perigosas.
Esse tipo de golpe dribla os sinais de alerta tradicionais: não há arquivos suspeitos, links estranhos ou instalações inesperadas. Tudo ocorre dentro de plataformas que os usuários já utilizam e consideram confiáveis.
Como aponta o relatório da Huntress, a dependência natural das pessoas em ferramentas como Google e ChatGPT facilita ainda mais o golpe.
O golpe explorou links patrocinados do Google, mas ainda não se sabe se outras IAs além de ChatGPT e Grok estão vulneráveis. Imagem: Tada Images/Shutterstock
Golpe se espalha rapidamente
Mesmo após a denúncia, o link malicioso permaneceu ativo no Google por pelo menos meio dia, tempo suficiente para causar novas infecções.
Ainda não há confirmação sobre a replicação do golpe em outros chatbots, mas o cenário exige atenção redobrada.
Sem soluções definitivas por enquanto, algumas recomendações ajudam a reduzir riscos. A Huntress reforça que ninguém deve executar comandos no terminal — ou colar algo na barra de endereços do navegador — sem entender exatamente sua função.
Para reforçar, aqui vai um resumo prático:
Não execute comandos sugeridos por IA sem saber sua função.
Evite copiar instruções diretamente de resultados patrocinados.
Desconfie de recomendações técnicas muito simples ou “mágicas”.
Mantenha o sistema e o antivírus atualizados.
Consulte fontes confiáveis antes de rodar comandos no computador.
Metade dos brasileiros sofreu algum tipo de golpe digital em 2024, segundo relatório da empresa de segurança BioCatch publicado nesta sexta-feira (05). O documento, obtido pela CNN Brasil, mostra que golpes como smishing, vishing e fraudes com deepfakes dispararam no último ano. Isso num cenário em que a América Latina se tornou o ponto mais crítico do mapa global das fraudes. Só no Brasil, quase R$ 5 bilhões foram perdidos em golpes envolvendo Pix.
O relatório aponta um aumento expressivo no registro de fraudes entre 2024 e 2025. Além disso, o documento alerta para a expansão de “fábricas de golpes”, sobretudo no Camboja, onde trabalhadores escravizados aplicam fraudes em escala industrial.
É um modelo que, segundo a BioCatch, começa a se aproximar da América do Sul. E os dados ajudam a entender por que órgãos reguladores e o sistema financeiro têm acelerado medidas de proteção contra golpes no Brasil.
Golpes digitais crescem em ritmo recorde e colocam a América Latina no centro do problema, segundo relatório
O relatório da BioCatch mostra que o ambiente de fraude digital mudou de escala. Entre 2024 e 2025, os golpes cresceram 65% no mundo.
Levantamento de empresa de segurança apontou uma explosão de golpes com engenharia social – entre eles, o smishing, que chega por SMS com links maliciosos (Imagem: Tero Vesalainen/iStock)
O destaque vai para a América Latina, onde o avanço foi ainda mais brusco. Para você ter ideia, o volume de ataques aumentou seis vezes em apenas um ano.
A combinação de comunicação barata, transferência instantânea de dinheiro e uso indevido de dados abriu espaço para golpes cada vez mais rápidos e difíceis de detectar.
No Brasil, o impacto aparece com força. Segundo o levantamento, 51% dos brasileiros foram vítimas de algum tipo de golpe digital no período analisado. E somente no Pix houve perdas de R$ 4,9 bilhões.
A pesquisa também aponta uma explosão em modalidades que exploram engenharia social (técnicas que pressionam ou enganam o usuário para obter informações sensíveis).
Entre elas, o smishing (chega por SMS com links maliciosos) cresceu 14 vezes. E o vishing, aplicado por telefone, também avançou rapidamente.
Outra preocupação são os golpes impulsionados por tecnologia. O relatório registrou um salto de 830% no uso de deepfakes para ludibriar vítimas, seja imitando voz, seja simulando imagens.
Para a BioCatch, esse tipo de ferramenta potencializa fraudes que antes exigiam mais preparo. Agora, criminosos conseguem construir histórias convincentes com poucos cliques, o que aumenta a taxa de sucesso das abordagens.
A investigação também acende um alerta sobre a origem das operações. Segundo Erin West, fundadora da Operation Shamrock, o grupo acompanhou de perto as chamadas “fábricas de fraude” no Camboja.
Lá, cidades inteiras foram transformadas em centros de trabalho forçado – todos dedicados a golpes, operando abertamente e em franca expansão.
O relatório aponta que esse modelo já começa a chegar à América do Sul. Isso amplia a pressão sobre sistemas financeiros e autoridades para conter o avanço dessas quadrilhas.
BC corre para reagir ao avanço das fraudes e tenta bloquear contas abertas com dados roubados
A disparada dos golpes digitais ajuda a explicar por que o Banco Central acelerou a criação do BC Protege+, ferramenta lançada nesta semana para impedir a abertura de contas em nome de terceiros.
O Banco Central lançou, nesta semana, o BC Protege+, ferramenta para impedir a abertura de contas em nome de terceiros (Imagem: Blossom Stock Studio/Shutterstock)
A lógica é simples: muitos golpes dependem justamente de uma “conta laranja” (aberta com documentos furtados ou vazados) para receber o dinheiro desviado.
Ao permitir que o usuário ative um bloqueio geral para novas contas vinculadas ao seu CPF ou CNPJ, o BC tenta quebrar uma das etapas mais comuns dessas fraudes.
O Protege+ funciona como uma trava. Quando ativado, ele impede que bancos concluam a abertura de conta ou incluam um novo titular sem que o próprio usuário desabilite temporariamente a proteção.
Além disso, a plataforma permite acompanhar quais instituições consultaram o CPF ou CNPJ e por qual motivo. É uma forma de dar mais transparência e alertar o cidadão sobre possíveis tentativas de uso indevido dos seus dados.
Para o BC, a iniciativa responde a uma demanda crescente por controle num país que registrou quase sete milhões de tentativas de fraude apenas no primeiro semestre de 2025.
O movimento do Banco Central dialoga diretamente com os achados do relatório da BioCatch: se golpes crescem em escala industrial e usam dados pessoais como combustível, interromper a abertura de contas fraudulentas se torna uma estratégia central para reduzir o impacto dessas quadrilhas.
O Protege+ não resolve o problema sozinho (o próprio BC reforça que ele não substitui outras camadas de verificação). Mas adiciona um obstáculo importante num momento em que criminosos se valem de engenharia social, deepfakes e redes internacionais para ampliar seus ataques.
In tweaking its chatbot to appeal to more people, OpenAI made it riskier for some of them. Now the company has made its chatbot safer. Will that undermine its quest for growth?